terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A ti, anjo perdido.


Julgo ser rei
a amar sem vontade.
Não, se perdoei
tua liberdade.
Ai destino, voaste
pr'aqui não ficar
sobre cada olhar
que já magoaste.
São cartas de mim
para todo o teu ser.
Se encontrei o fim
é o que estás a ver.
São muitas perguntas
sem qualquer razão,
as respostas vão juntas
do sim ao senão.
É branco o papel
que faz aparecer
o que em forma de anel
já se viu nascer.
Conversa trocada
"olá, tudo bem"
quem és tu, camarada?
sou quem me convém.

3 comentários:

  1. Gostei muito de todos os textos que me envias-te e fiquei indecisa sobre quais escolheremos para a MostrArte! Vou partilhá-los com os meus colegas para uma selecção em conjunto.
    Parabéns! És uma verdadeira artista :D

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